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Assessoria Ética
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Programa Integrado de

Desenvolvimento Ético nas Organizações®

 

O programa de Assessoria Ética que propomos visa a oferecer recursos administrativos confiáveis na produção e transmissão dos valores da empresa, na resolução de conflitos internos e externos e nas tomadas de decisão de caráter complexo ou polêmico.

A proposta do Espaço Ética é justamente oferecer recursos para assessorar os líderes das empresas e não para moralizar, ou seja, produzir discursos taxativos ou constragedores. As cinco ações que propomos têm como objetivo consolidar identidade, discursos e ações nos diversos setores de uma organização.

Temos cinco ações, integradas, que, acreditamos, facilitarão a reflexão sobre a ética no espaço da organização. Todas só poderão ser implementadas - com o resultado esperado - por nós, agentes externos à organização. Porque toda iniciativa endógena, no mesmo sentido, será maculada de parcialidade e interesse.

 

Ação 1 – Mapeamento dos valores efetivamente percebidos pelos colaboradores

Os agentes de uma organização já convivem nela. Interagem. Recorrem a critérios para decidir suas condutas. Porque todos, muito antes do pertencimento a este coletivo, já foram socializados de alguma forma. O que implica a adoção, mais ou menos percebida, de valores morais.

Pretende-se, com esta ação, identificar quais valores já participam, de forma efetiva, das relações de trabalho. E, desta forma, denunciar a maior ou menor distância entre o que já vigora e o que se pretende. Entre a moral de fato e a idealizada nos documentos formais da organização. Apontar, assim, para as causas da eventual dificuldade de implementação de uma nova grande de valores, por vezes distante do mundo da vida.

 

Ação 2 – Consulta de ética aplicada para colaboradores

Como vimos, o certo e o errado na vida em coletivo não são mais definidos em mundos supra-celestes. Resultam de uma acordo entre seus membros. Para que a convivência seja harmônica é preciso que todos conheçam e aceitem os termos desta definição. Para que possam atribuir valor às condutas nas diferentes situações concretas de vida.

Mas isso nem sempre acontece. É comum, que os agentes de uma organização não consigam, em casos específicos, identificar a conduta esperada pelo coletivo. Ignorância que imobiliza. Propomos, então, para estes casos, a possibilidade de consulta, identificada ou anônima, on line, por parte de qualquer membro da organização. As respostas respeitarão o sigilo solicitado.

 

Ação 3 – Ouvidoria ativa - para públicos externos

Habitualmente, a ouvidoria ouve. Fiel aos termos. Quase sempre, em situações limite, de queixa, frustração ou indignação. É condenada a atuar como bombeiro. Apagando incêndios em meio a sérios danos à organização.

Propomos um deslocamento do momento da sua intervenção. O ouvidor passa a tomar a iniciativa do diálogo com os mais diversos públicos externos da organização: consumidores, fornecedores e parceiros em geral. Em postura de medicina preventiva. Identificará satisfações, insatisfações ainda não manifestas, antecipando, assim, inconformidades futuras.

Pretende-se, com a adoção deste procedimento, reduzir significativamente, senão eliminar a premência de seu ofício habitual.

 

Ação 4 – Pauta cavada – para relação com a mídia jornalística

A relação das organizações com a mídia jornalística costuma ensejar preocupação. Habitualmente, a iniciativa da aproximação é jornalística. Quando alguma ocorrência na organização se alinha a critérios de pauta.

Eis o problema. Esses critérios de pauta são, quase sempre, relacionados a ocorrências negativas para a imagem da organização. Por isso, conservar postura passiva frente à mídia jornalística implica “rezar” para não ser procurado.

Por isso nossa proposta: tomar a iniciativa da relação. Propor uma aproximação com o mundo jornalístico favorável à organização. E, para isso, oferecer matéria de pauta – jornalisticamente atrativa – alinhada com suas atividades.

Em que diferimos de uma assessoria de imprensa bem feita? No teor deste alinhamento. Que seja pela ética que a organização venha a ser contemplada com alguma pauta. É pelo respeito efetivo aos valores manifestos que a organização deve se fazer conhecer pelos meios de comunicação.

 

Ação 5 – Constituição de um comitê de ética

Analisa condutas denunciadas como transgressoras do entendimento ético do coletivo. O sujeito ativo das denúncias é qualquer cidadão. O passivo é qualquer agente da organização ou que com ela se relacione.

Caberá à direção da empresa definir a constituição do comitê, bem como os limites da sua competência. E caberá a ele próprio a definição sobre seus trâmites deliberativos.

As deliberações do Comitê de ética devem converter-se em súmulas. Que, por sua vez, estarão à disposição de qualquer colaborador. Essas suas súmulas devem dialogar e permitir um arejamento do código de ética da organização, oferecendo subsídios para novas disposições.

 

Projeto Pedagógico

Para maior eficácia do programa integrado, sugerimos que a adoção das mesmas venha acompanhada de um projeto pedagógico de formação ética em workshops.

Workshop: “Fundamentos da reflexão ética”

A ser ministrado pelo Prof. Dr. Clóvis de Barros Filho, ao maior número possível de colaboradores. A periodicidade dos mesmos dependerá de entendimento com a direção da empresa.

 

Investimento

Proporcional ao número de colaboradores da organização

 

Cronograma

Trabalho contínuo e ininterrupto

 

Maiores Informações e Contato

O Prof. Ms. Arthur Meucci, coordenador do projeto, está disponível para esclarecer dúvidas e oferecer maiores informações. Você pode contata-lo por telefone ou e-mail: arthur@espacoetica.com.br